|
A FREQÜÊCIA DE DIABETES MELLITUS gestacional (DMG), em nosso meio, de acordo com os critérios da OMS, corresponde a 7,6% das gestações (1). Outros autores demonstram que cerca de 7% das gestações são complicadas pelo diagnóstico de diabetes, sendo 90% classificadas como DMG, 7% como diabetes tipo 2 previamente diagnosticado e 4% como diabetes tipo 1 (2). Independente do tipo de diabetes, as mulheres com este diagnóstico apresentam um risco maior de várias complicações relacionadas à gestação: parto prematuro, infecções, alterações no volume do líquido amniótico e partos operatórios. |
|
Ler mais...
|
|
A gravidez na adolescência constitui tema de grande relevância na realidade social brasileira. O enfoque tradicional relaciona a gravidez como indesejada e decorrente da desinformação sexual das jovens. O presente trabalho questiona essa posição, postulando a importância do significado individual da gravidez, que corre paralelo ao desejo universal de ter ou não ter um filho, bem como a noção de uma “gravidez social” determinada por fatores culturais e psicológicos que particularizam o significado da maternidade em adolescentes de classes populares. Conclui-se pela necessidade de reformulação das políticas públicas para com essa população. |
|
Ler mais...
|
|
A mulher deverá consultar o seu médico, de preferência antes de ficar grávida, com o fim de conhecer o seu estado de saúde e informar-se sobre os perigos de consumir tabaco, álcool e outras substâncias durante a gravidez. Nessa consulta, também podem ser tratados aspectos relativos à dieta alimentar e a determinados problemas médicos ou sociais. |
|
Ler mais...
|
|
A gravidez provoca muitas alterações em todo o corpo, a maioria das quais desaparecem depois do parto. Coração e circulação Durante a gravidez, a quantidade de sangue bombeada pelo coração por minuto (consumo cardíaco ou volume minuto) aumenta entre 30 % e 50 %. Este aumento começa aproximadamente na 6.ª semana e atinge o seu ponto máximo entre as 16.ª e 28.ª semanas, geralmente na 24.ª semana. |
|
Ler mais...
|
|
A gravidez é convencionalmente calculada em semanas, a partir do primeiro dia da última menstruação. Devido ao facto de a ovulação ocorrer cerca de 2 semanas depois do início da menstruação e de a fertilização se dar pouco depois da ovulação, o embrião é cerca de 2 semanas mais jovem que o número de semanas que se atribuem à gravidez. Por exemplo, numa mulher que está «grávida de 4 semanas», o embrião tem 2 semanas. Se o ciclo menstrual for irregular, a diferença real pode ser superior ou inferior às 2 semanas. Do ponto de vista prático, quando a menstruação se atrasa 2 semanas, considera-se que a gestação é de 6 semanas. |
|
Ler mais...
|
|
O embrião reconhece-se pela primeira vez dentro do blastocisto cerca de 10 dias depois da fertilização. Pouco depois, a zona que se converterá em cérebro e na espinal medula (crista neural) começa a desenvolver-se e o coração e os principais vasos sanguíneos fazem-no cerca do 16.º ou 17.º dia. O coração começa a bombear um líquido pelos vasos sanguíneos lá para o 20.º dia e os primeiros glóbulos vermelhos aparecem no dia seguinte. |
|
Ler mais...
|
|
|
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 | Próximo > Final >>
|
| Resultados 1 - 18 de 60 |